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Vírus do enrolamento amarelo do tomate

Tomato Yellow Leaf Curl Virus (TYLCV)

Sobre

Este vírus é transmitido pela mosca branca Bemisia tabaci.

 

Plantas ornamentais e flores cortadas provenientes de regiões infestadas são meios de dispersão do vírus, assim como plântulas e outros materiais de viveiro contaminado.
O vento pode transportar as moscas brancas a grandes distâncias.
O TYLCV é disseminado pela Bemisia tabaci (Gennadius) quer no interior das culturas e nas áreas circundantes destas, quer a longas distâncias. O vírus não é transmitido pela semente.

 

Fonte: Sapec Agro

Sintomas

As picadas de alimentação provocam nas folhas manchas cloróticas, deformações, depósito de melada e queda prematura. Algumas raças ou biótipos de Bemisia tabaci (Gennadius) induzem efeitos fitotóxicos que se manifestam pela irregularidade na coloração e maturação dos frutos, prateado nas folhas e clorose intensa das nervuras. Os efeitos mais nocivos desta mosca branca resultam da capacidade de transmitir numerosos vírus (cerca de 60) responsáveis por doenças, algumas das quais muito graves.
Os sintomas do TYLCV caracterizam-se por desenvolvimento lento das plantas; folhas com folíolos pequenos, frisados e geralmente com margens cloróticas enroladas para cima; abortamento de grande número de flores e frutos; frutos pequenos com coloração pálida e, muitas vezes, epiderme áspera sem valor comercial.
Esta sintomatologia é muito variável com as condições ambientais, as variedades afectadas e o estado de desenvolvimento das plantas quando se dá a infecção. Em casos de infecção precoce pode ocorrer ausência de frutificação.

 

Fonte: Sapec Agro

Tratamento

Dentre as medidas de controle do vetor, recomenda-se: a) evitar o uso exagerado de inseticidas, pois o inseto torna-se resistente à maioria dos princípios ativos utilizados; b) utilizar armadilhas amarelas untadas com óleo de motor ou vaselina, visando redução da população de adultos; c) produzir mudas em locais protegidos com telas à prova de insetos e d) alternar o uso de princípios ativos como carbamatos, fosforados, piretróides, óleos (0,5 a 0,8%) e detergentes neutros ( 0,5%).

Uma das medidas mais eficientes no controle da(s) virose(s) é a utilização de cultivares resistentes.

 

Fonte: Embrapa