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Professor quer ver o patrimônio natural de Oiapoque valorizado




Participar do Curso de Pedagogia de Projetos em Temas Ambientais foi uma oportunidade para o professor Aldo Pantoja colocar em prática um projeto antigo. Apaixonado pela sua cidade, ele gostaria que as pessoas, tanto moradores como visitantes, conhecessem “o lado bom de Oiapoque’.

Como resultado do CPPTA, Aldo elaborou com seus colegas da escola Duque de Caxias um projeto a ser desenvolvido com os alunos para divulgar a riqueza ambiental e cultural da região. Para tanto, ele está trabalhando no levantamento de cachoeiras, praias de rio, e locais na natureza com grande beleza cênica, inclusive dentro do Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque, para estimular a visitação e, consequentemente, sensibilizar a população para valorização do meio ambiente.

Identificar tais áreas não é uma tarefa difícil para Aldo, que conhece Oiapoque como a palma de sua mão. Aldo nasceu no município e é o caçula de 13 irmãos. Sua mãe também nasceu na região de Oiapoque e o pai é original do estado do Pará.

A experiência de lecionar nas escolas das aldeias indígenas localizadas às margens do rio Oiapoque também contribuiu para conhecer muitos atrativos naturais da região.

Seu projeto está indo muito bem. No momento da visita da equipe do WWF-Brasil, Aldo havia envolvido os “piores” e “melhores” alunos das salas da sétima e oitava série no projeto, os quais estavam organizando um dia de visitação dos seus colegas aos locais selecionados. Os estudantes também estavam desenhando a camiseta, mochila e boné do projeto, que serão confeccionados com o apoio da Câmara dos Vereadores de Oiapoque.

Para o professor, que inclusive tem um blog chamado ‘O lado bom de Oiapoque’ morar próximo do Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque é um privilégio e todos deveriam saber disso.

“Nós moramos entre dois parques nacionais, estamos no meio de uma riqueza imensurável e não nos damos conta. É isso que a gente está passando para os alunos. Nossa intenção é mostrar para a comunidade todas as riquezas de onde a gente vive para que as pessoas passem a valorizar porque conhecem”, disse o Oiapoquense.

Oiapoque:

O município de Oiapoque é conhecido no Brasil inteiro por estar localizado no ponto mais ao norte do litoral do país, porém, pouco se sabe sobre essa cidade que tem cerca de 20 mil habitantes e fica na fronteira com a Guiana Francesa.

A cidade foi criada oficialmente em 1945, quando passou a se chamar Oiapoque. O nome da cidade tem origem na língua Tupi - oyap oca – significa “casa dos Oiampis”, indígenas da região. Oiapoque fica às margens do rio de mesmo nome e recebe muitos visitantes da Guiana Francesa e mesmo da França.
As relações com a cidade de São Jorge, localizada na outra margem do rio Oiapoque, já do lado da Guiana Francesa, contribui para que muitos Oiapoquenses falem ou ao menos entendam francês.

Localizada em plena floresta Amazônica, o município possui em seu território diversas áreas protegidas. Além dos dois parques nacionais de grande importância ambiental - o Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque e Parque Nacional do Cabo Orange, Oiapoque também compreende um dos módulos da Floresta Estadual do Amapá e as Terras Indígenas Uaçá I e II, Galini e Juminá.

Fonte: IBGE


Fonte: WWF - Brasil


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