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Parceiros da Alemanha e Estados Unidos visitam o Amazonas




Durante todo o mês de abril, cinco grupos de importantes parceiros, compostos por membros do conselho nacional e filiados do WWF - Alemanha e WWF - Estados Unidos, estiveram no Amazonas para conhecer o trabalho do WWF-Brasil na região. Durante a experiência inédita para a maioria, além da capital do estado, Manaus, os visitantes estiveram em Anavilhanas e no Parque Estadual Rio Negro Setor Sul. O roteiro de viagem para os grupos alemães foi um pouco mais extenso e lhes permitiu também visitar o Cristalino Jungle Lodge, hotel de selva adjacente ao Parque Estadual Cristalino, no Mato Grosso.

Com o objetivo de apresentar as iniciativas desempenhadas em algumas das áreas em que o WWF-Brasil atua, a viagem proporcionou aos visitantes verem de perto as ações pela conservação da natureza e desenvolvimento sustentável as quais cada um também ajuda a realizar, por meio de seu apoio financeiro à rede WWF.

Semanalmente, seguindo roteiros semelhantes, antes de partir para as atividades em campo, cada um dos cinco grupos, sendo quatro de doadores alemães e um de norte-americanos, iniciava o itinerário com um breve passeio pela capital amazonense para visitar alguns dos pontos turísticos mais conhecidos da cidade, como o famoso teatro Amazonas.

A bordo do barco que os levou em sua jornada pelo rio Negro e adjacências, puderam apreciar um dos mais surpreendentes fenômenos da natureza: o chamado Encontro das Águas. Trata-se do trecho em que as águas dos rios Amazonas (de cor barrenta) e Negro (de cor escura) se encontram e correm lado a lado, sem se misturar.

Em seguida, cada grupo partiu para Novo Airão, município localizado a 115 km de Manaus, na margem direita do Rio Negro. A pequena cidade abrange em seu território importantes unidades de conservação como a Estação Ecológica do Arquipélago de Anavilhanas, parte do Parque Nacional do Jaú e do Parque Estadual do Rio Negro, sendo as duas primeiras unidades contempladas pelo Programa de Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa).

Depois de nove horas de viagem, a viagem até Novo Airão foi seguida com uma visita até Anavilhanas onde puderam navegar em voadeiras entre algumas das várias ilhas que compõe a estação ecológica, caminhar nas trilhas dentro da floreta e mergulhar no rio. O barco partiu então para a região do rio Cuieiras no Parque Estadual Rio Negro Setor Sul. Lá, alguns dos grupos puderam visitar comunidades ribeirinhas e conversar com moradores antes de retornarem à Manaus, seis dias depois.

Para motivar um debate a cerca das ações do WWF-Brasil na Amazônia entre os visitantes, Samuel Tararan, Analista de Programa de Conservação do WWF-Brasil responsável pela região do Rio Negro, fez uma apresentação a cada um dos grupos sobre o trabalho que ajuda a realizar no escritório regional da organização em Manaus. Na ocasião, teve a oportunidade de conversar e tirar as dúvidas dos participantes. Também acompanhou toda a viagem do grupo de doadores ligados ao WWF- Estados Unidos, realizada entre os dias 6 e 13 de abril.

Segundo Meg Symington, diretora executiva do WWF- Estados Unidos para iniciativas na Amazônia e uma das responsáveis pela viagem, todos ficaram encantados com as belezas cênicas e diversidade biológica da região e estão ainda mais convencidos que é preciso trabalhar pela conservação do lugar.

Grupos de alemães também vão ao Mato Grosso

Além da viagem para a região do rio Negro, a programação planejada para os quatro grupos alemães também contemplou a visita ao Cristalino Jungle Lodge, hotel de selva adjacente ao Parque Estadual Cristalino, no Mato Grosso.

Os visitantes caminharam nas trilhas ao redor do hotel e subiram em uma torre com 50 metros de altura. De cima da copa das árvores da floresta, eles observaram animais e plantas nativas.

“A oportunidade de conhecer esse lindo patrimônio, que tem sido alvo das minhas preocupações, me torna muito mais envolvido com a idéia de conservá-lo”, afirmou Prof. Dr. Detlev Drenckhan, presidente do conselho do WWF-Alemanha que também participou da visita e ressaltou a importância do trabalho realizado na região. “Viver essa experiência, sentindo e vendo tão de perto o que queremos proteger, aumentou nossa vontade de fazer nossa parte”, afirmou.


Fonte: WWF - Brasil


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