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Marina: pressão popular fará com que Dilma vete mudanças no Código




Bruno Taitson, de Porto Alegre (RS)

As propostas de mudanças no Código Florestal fizeram parte da agenda do primeiro dia de debates e oficinas do Fórum Social Mundial 2012. Em debate realizado na Faculdade de direito da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, a ex-senadora e ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva declarou que a pressão popular será fundamental para que a presidente Dilma Rousseff possa vetar os diversos retrocessos presentes no texto aprovado pela Câmara e pelo Senado em 2011.

“Dilma se comprometeu, assinando de próprio punho, a vetar qualquer projeto que promova aumento nos desmatamentos e anistia a desmatamentos ilegais. É preciso que a sociedade dê sustentabilidade política para que ela possa honrar esse compromisso de campanha”, declarou Marina Silva, diante de um auditório lotado de estudantes, ambientalistas, integrantes do movimento social e jornalistas.

A ex-senadora classificou o substitutivo aprovado pelo Senado, e agora submetido a nova análise pela Câmara, como um “festival de retrocessos com prejuízos ao equilíbrio do planeta e à vida nas cidades”. As discussões aconteceram durante a mesa-redonda A Rio + 20 e as Cidades Sustentáveis, que abordou as preparações do evento que marcará os 20 anos da conferência Rio-92.

Também participaram do debate os teólogos Leonardo Boff e Frei Betto, o empresário Oded Grajew, um dos idealizadores do Fórum Social Mundial, o presidente do Instituto Ethos, Jorge Abrahão, o ex-diretor de Florestas do Ministério do Meio Ambiente, Tasso Azevedo, o economista Ladislau Dowbor e o arquiteto Nabil Bonduki.

Debate sobre o Código Florestal

A ex-senadora Marina Silva estará presente em outra rodada de debates no Fórum Social Mundial. Ela participa de uma mesa-redonda promovida pelo Comitê em Defesa das Florestas nesta quinta-feira, 26 de janeiro, a partir das 9 da manhã, na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul.

Além de Marina Silva, estarão presentes a secretária-geral do WWF-Brasil, Maria Cecília Wey de Brito, o coordenador do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST), João Pedro Stédile, o diretor da campanha Amazônia do Greenpeace, Paulo Adário, o diretor de movimentos sociais da União Nacional dos Estudantes (UNE), Rodolfo Mohr e os deputados federais Ivan Valente (Psol-SP) e Paulo Teixeira (PT-SP), além de representantes da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). A presidente Dilma Rousseff também foi convidada, mas sua assessoria ainda não confirmou a presença. A entrada será gratuita, obedecendo a ordem de chegada.


Fonte: WWF - Brasil


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