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Hora do Planeta chega ao fim com recorde de adesões




Sydney, Austrália - A Hora do Planeta completou uma jornada recorde e atravessou mais de 6.525 cidades e municípios em 150 países e territórios – o que indica o maior crescimento da participação desde 2009, nesse que é o maior ato voluntário em prol do meio ambiente.

No momento em que a Hora do Planeta cruzou o Atlântico e alcançou as Américas, desde o Canadá até o Chile a excitação gerada pelo movimento começou a crescer em todo o continente americano. As chamadas para o evento na mídia social continuaram e personalidades como Yoko Ono, Gisele Bundchen e Gael Garcia Bernal tuitaram sua participação.

No total, 580 monumentos tiveram suas luzes apagadas em 133 cidades brasileiras. Entre eles, a famosa estátua do Cristo Redentor, que adquiriu um significado especial por estar mais próxima de áreas chaves que são verdadeiros ícones ambientais do Brasil.

Na Colômbia, a emissora de TV TeleMedellin desligou a transmissão de sua programação durante uma hora e o presidente Juan Manuel Santos não só concordou em deixar às escuras o Palácio Presidencial em Bogotá como também utilizou sua conta particular no Twitter para pressionar os colombianos a aderir ao evento.

A embaixadora latino-americana, modelo colombiana e apresentadora de TV Claudia Bahamon irá viver sem eletricidade durante uma semana, depois que 500 pessoas aceitaram o desafio “Eu farei se você fizer” lançado por ela pelo YouTube.

Na Argentina, 30 cidades aderiram à iniciativa e 5 mil compareceram ao evento de reciclagem promovido em Buenos Aires pelo prefeito Mauricio Macri.

No México, as comemorações aconteceram junto ao Monumento da Revolução.

No Peru o evento da Hora do Planeta foi realizado em Machu Picchu, cidade que é patrimônio da humanidade e que abriga uma das sete novas maravilhas do mundo. As luzes foram todas desligadas.

No Canadá, 441 cidades participaram da Hora do Planeta deste ano e o destaque foi o apagar das luzes nas Cataratas do Niágara. As luzes também foram reduzidas na Torre CN, que é um ícone do skyline de Toronto e o prédio mais alto em todo o Hemisfério Ocidental. Ainda em Toronto, foi realizado um concerto no Distrito da Destilaria, onde o cantor e compositor Andrew Huang apresentou um hino à Hora do Planeta, cuja letra foi escrita a várias mãos, com contribuições enviadas pelo Facebook por meio de um mecanismo de crowd sourcing.

Dezenas de atrações turísticas e prédios que se tornaram ícones ficaram às escuras nos Estados Unidos, inclusive a chamada Strip (rua central) de Las Vegas, que costuma estar feericamente iluminada, e ainda o anúncio luminoso que dá as boas vindas aos visitantes. Em Nova Iorque, foi espetacular o escurecimendo do quarteirão das Nações Unidas, do prédio do Empire State e da ponte de Brooklyn. O edifício American Eagle e o prédio da NASDAQ no Times Square também ficaram no escuro durante uma hora.

Na cidade de Tuscon, no estado de Arizona, nos Estados Unidos, houve uma comemoração especial da Hora do Planeta, com o lançamento do Desafio da Cidade da Hora do Planeta dos EUA, que obteve grande apoio local e colocou essa cidade situada no sudoeste do país no centro da celebração da Hora do Planeta nos Estados Unidos.

“De Beijing para Berlim, de Cingapura para São Francisco, as pessoas apagaram as luzes para demonstrar sua preocupação com o futuro da nossa vida neste planeta”, declarou o diretor geral da Rede WWF, Jim Leape.

Este ano, a Hora do Planeta 2012 encerrou sua contagem nas Ilhas Cook, uma pequena nação ilha, situada num arquipélago do Oceano Pacífico, no lindo atol de Aitutaki. Foi um lugar adequado para as celebrações finais, pois é um país terrivelmente ameaçado pelo aquecimento global e pelo aumento do nível do mar.

Assim como a ideia original da Hora do Planeta, a campanha “Eu farei se você fizer” conquistou a adesão de pessoas de todo o mundo, que utilizaram suas próprias plataformas. Só a plataforma do YouTube para a Hora do Planeta gerou cerca de 4 milhões de acessos durante esse final de semana e mais de 4.400 desafios foram aceitos pelo incrível número de 150 mil pessoas, que assumiram o compromisso de ir além da hora.

O diretor executivo e cofundador da Hora do Planeta, Andy Ridley, afirmou que a campanha fez um esforço consciente para levar as pessoas a se engajarem em seus próprios espaços digitais e em suas comunidades.

“O que nós vemos agora é uma mudança, que passou de uma oportunidade histórica de se conectar sob uma causa em comum para se transformar em outra oportunidade histórica, que é a de se organizar nas ruas com um propósito comum”, observou Ridley.


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Fonte: WWF - Brasil


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