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22 países celebram a Hora do Planeta no continente americano




A Hora do Planeta no continente americano foi um grande sucesso. 22 nações aderiram ao movimento global e mobilizaram suas populações para apagarem suas luzes. Em todo o mundo, o evento reuniu centenas de milhões de pessoas em 126 países.

Nos Estados Unidos, o evento obteve o apoio oficial em 33 Estados e foi também observado e comemorado em todos os outros, bem como na capital federal, assegurando a participação de todo o país nesse chamado mundial a uma ação efetiva pelo clima.

As luzes foram apagadas num dos locais mais iluminados do Planeta: na placa de boas-vindas a Las Vegas e em pelo menos outros 45 pontos turísticos nos Estados Unidos – desde o edifício do Empire State, em Nova Iorque, até a ponte Golden Gate, em São Francisco.  Ainda em Nova Iorque, o prédio da Chrysler, considerado uma obra de arte do movimento Art Deco, e o edifício sede da Organização das Nações Unidas, tiveram suas luzes apagadas.

No Canadá, o forte apoio à Hora do Planeta já é uma tradição e a edição de 2010 não foi exceção.  Os canadenses fizeram concertos e festas de rua no centro de Barrie, na cidade de Ontario, e associações se uniram a outras nos Estados Unidos para um apagar de luzes conjunto nas Cataratas do Niágara (na fronteira entre os dois países).

No México, o apagar das luzes serviu de prelúdio ao ano em que os holofotes do clima focalizam a cidade, que vai sediar a próxima Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas.  O esforço de juntar os cacos da inconclusa Conferência do Clima em Copenhague, de dezembro passado, ocorrerá em dezembro deste ano na cidade balneária e turística de Cancún.

O núcleo das comemorações mexicanas na Hora do Planeta, no entanto, foi o centro político tradicional do país ao redor do Anjo da Independência, monumento conhecido como El Ángel, na Cidade do México.  A catedral, os prédios governamentais e vários outros monumentos, inclusive as numerosas fontes – entre elas, a Fonte do Petróleo Mexicano – ficaram às escuras na ocasião.


América do Sul

No Brasil, o tom dos eventos da Hora do Planeta foi dado pela questão do desmatamento, principal causa das emissões (de gases de efeito estufa) do país.  A participação na Hora do Planeta cresceu em relação a 2009 e contou com o apoio de 3 governos estaduais, 20 capitais estaduais em todas as macrorregiões do país e 98 cidades brasileiras, além de 2.210 empresas e 320 organizações.

O Rio de Janeiro desligou a iluminação de alguns dos ícones brasileiros mais conhecidos no mundo: a avenida na orla de Copacabana, o Pão-de-Açúcar e a estátua do Cristo Redentor no Corcovado.  No Jardim Botânico, o ministro Carlos Minc e o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, acionaram o interruptor que deixou no escuro a “Cidade Maravilhosa”.

Na capital federal, em Brasília – declarada patrimônio mundial devido a sua arquitetura moderna destacada --, os prédios do Congresso Nacional tiveram suas luzes apagadas na Hora do Planeta. Mas o que atraiu maior interesse popular foi, possivelmente, a performance da banda Patubatê no Shopping Terraço.  Em apoio à campanha, os lojistas apagaram todas as luzes, exceto as de saídas de emergência.

Na Bolívia, onze cidades, inclusive a capital federal, La Paz, celebraram a Hora do Planeta este ano.  O evento teve grande participação cívica e marca o crescente interesse do público, preocupado com o perigo das mudanças climáticas.

Na Colômbia, na cidade de Medellín – que voltou a ser um centro econômico dinâmico -, a Hora do Planeta foi celebrada pela primeira vez.  A campanha na Colômbia enfatizou a importância do desenvolvimento econômico sustentável. A Hora do Planeta também foi celebrada em Cartagena das Índias, na Cidade Heróica, e na Praça de Bolívar, no centro histórico de Bogotá.

O Equador também participou pela primeira vez da Hora do Planeta.  Para tanto, foi organizada uma cerimônia no escuro na Cidade Velha de Quito, na Praça da Independência, que é rodeada pelo Palácio do Governo, o Palácio do Arcebispo, a Catedral Metropolitana e a sede do governo municipal de Quito.  Entre os participantes, o destaque foi a presença da nova presidente da Rede WWF, Yolanda Kakabadse, que já ocupou o cargo de ministra do Meio Ambiente do Equador e fez uma longa carreira na área de resolução de conflitos ambientais, fazendo o meio de campo entre os formuladores de políticas, a indústria e os grupos sociais.

Em Assunção, capital do Paraguai, os residentes se reuniram em frente a um dos principais shoppings da cidade, desenharam o número “60” com velas e fizeram uma batucada, numa poderosa festa sem energia elétrica. 

Da mesma forma, no Uruguai, dois moradores de Montevidéu lideraram, este ano, a primeira participação de seu país no evento mundial da Hora do Planeta.  Eles obtiveram o apoio do Conselho Municipal (Câmara de Vereadores) de Montevidéu e de empresas, bem como de locais de entretenimento, como o resort e cassino Conrad Punta del Este, que desligou as luzes de sua decoração externa.

Em Buenos Aires, na Argentina, os pontos turísticos que tiveram suas luzes desligadas durante a Hora do Planeta incluem o conjunto de prédios e ruas da Manzana de las luces (quarteirão das luzes), o Palácio Barolo e o Monumento aos Espanhóis.  Naquela noite, foi colocado um enorme interruptor no Obelisco, onde o prefeito municipal desligou as luzes para marcar o início da Hora do Planeta.  A logomarca da Hora do Planeta foi desenhada no solo com velas carregadas por voluntários numa atmosfera festiva para comemorar o evento. 

Do outro lado dos Andes, apesar das dificuldades provocadas pelos terremotos de fevereiro último, os chilenos também participaram da Hora do Planeta.


Caribe
No Caribe, os Estados-ilhas também celebraram a Hora do Planeta.  Na Bermuda, o movimento comunitário foi liderado pela ONG ambiental Greenrock e ficou centralizado na cidade de Hamilton, incluindo atividades de conscientização e shows de música e Capoeira.

Num lugar mais afastado do império, nas Ilhas Malvinas, a parlamentar Emma Edwards preparou uma celebração oficial para a Hora do Planeta em Whalebone Arch (o Arco do Osso da Baleia). Cerca de 60% da energia do arquipélago é gerada pelos moinhos de vento.  O evento teve a participação de 30 escolares e bandeirantes, que enfatizaram a necessidade de se adotar providências para combater as mudanças climáticas e proteger o planeta para as gerações mais jovens.


Fonte: WWF - Brasil


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